Eu não quero mais conversar, não quero ter que ver as pessoas. Eu só quero dormir. Quer saber o motivo? É que eu entrei numa realidade tão diferente que até me perdi. Isso é totalmente injusto! É isso que sinto, sinto que tem coisas fora do lugar e to cansada de ver essa bagunça. Sinto que não deveria ser assim e to braba por isso. Frustrada, irritada, injustiçada. Nunca me senti tão estressada, furiosa e revoltada quanto agora. Odeio ter sido bagunçada e tão do nada. Não esperava por essa desordem e isso me irrita profundamente, porque não sei se to fazendo certo ou se tá errado. Não sei se existe o certo ou o errado. Só sei que odeio isso!

Boa noite.

Há 13 horas 24 Maio 2013, 22:57 Reblog

Tem hora que a gente muda e não temos certeza se a mudança é boa ou ruim. Sabemos que precisamos aprender a conviver com ela. Mas como se aprende a conviver com as mudanças quando sequer queremos mudar?

É difícil se desfazer dos momentos/pessoas/objetos passados quando sabemos que eles não voltarão. Mais difícil ainda é reconhecer que o que passou realmente não mais voltará, mas quando você aceita e decide parar de remar contra a maré, tudo se torna um pouco mais fácil. Automaticamente você se abre para as novidades, para as pessoas e enxerga que em volta há muito mais para se ver e conhecer. 

Depois de tanto achar que nada mais seria bom o bastante, as opções começam a surgir. Em um primeiro momento, essas opções te bagunçam, confundem e desesperam. Parece que há um saco de pedras e tijolos caindo sobre o corpo. O peso disso tudo te faz cair no chão e achar que está tudo dando errado. Como se num jogo de quebra- cabeças as peças não encaixassem. A frustração recomeça, o futuro parece ser algo inexistente e os questionamentos sobre a própria existência voltam a perturbar a mente. Os dias parecem mais longos e indesejáveis. Há o desejo de estar em outro corpo, invejar outra pessoa, ser diferente, ser qualquer outro ser. Esse sentimento que poucos entendem é difícil de explicar. Não é a tristeza que define, nem há definições certas para esse tipo de sentimento. Logo, quando a mente acalma e você volta para si, pode perceber que nada está perdido e sabe que algo precisa ser feito para toda essa bagunça não voltar. Por enquanto a vida parece mais calma. Você passa a aceitar as mudanças e até sente um pingo de tranquilidade ao saber que a vida pode tomar diferentes rumos dependendo da opção que for escolhida. Entende que ter pessoas novas em volta é bom e elas podem te ajudar e até deixam um pouco mais feliz. E no final, quando a tranquilidade é maior que o desespero, abre espaço para o que há de novo e deixa as novidades fluírem. Você se reintegra, renasce e volta à existência, encontra a própria paz. 

Há 1 semana 15 Maio 2013, 1:17 Reblog
bewithmeplease:

 

bewithmeplease:

 

Há 2 semanas 7 Maio 2013, 13:48 20 843 notas Reblog

(via a-b-n-o-r-m-a-l-i-t-y)

Há 1 mês 19 Abril 2013, 22:44 167 457 notas Reblog
I can forget about myself
Trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I’ll let you stay with me if you surrender
Há 1 mês 15 Abril 2013, 11:54 Reblog

you made a move to change your mind
Too much to lose, you’ve crossed the line
between friends and something more
was it all a big mistake?
and if it was it’s much too late to undo
And I don’t really want to

I’d let you go but I still don’t know
how I feel about you, what this really means
it’s crazy to want you
Is it meant to be?

Há 1 mês 10 Abril 2013, 12:42 Reblog

(Fonte: hand-onthetrigger, via a-b-n-o-r-m-a-l-i-t-y)

Há 1 mês 8 Abril 2013, 23:28 7 181 notas Reblog
Please don’t be in love with someone else.
Please don’t have somebody waiting on you.
Há 1 mês 6 Abril 2013, 12:10 Reblog
Há 1 mês 5 Abril 2013, 0:29 Reblog

se faz sentido eu não sei

tu esfria resfria congela 

alguém pega amorna esquenta ferve

e depois evapora.

se faz sentido eu não sei, mas gostaria de saber.

Há 1 mês 5 Abril 2013, 0:08 Reblog

“Se ela te fala assim, com tantos rodeios, é pra te seduzir e te
Ver buscando o sentido daquilo que você ouviria displicentemente.
Se ela te fosse direta, você a rejeitaria.”

Há 1 mês 4 Abril 2013, 23:33 Reblog

 A agitação tá passando, mas ainda manterei. Agora tenho tempo pra pensar, já que a extrema necessidade de manter minha cabeça ocupada não é mais tão necessária. To me vendo num impasse gigante. Quero ter certeza sobre o que é incerto, quero prever o futuro, não ter medo. Quero decidir e decidir bem, estar certa. Por fim, quero coisas impossíveis. Eu não desisto, sou insiste e insisto até eu mesma me deixar mal, mas ao menos chego no final. Parte de mim quer aquietar mais ainda e ficar assim, guardada dentro de um pote e torcer para que ninguém me encontre. É menos trabalhoso e é menos perigoso. Outra parte insiste em não se importar com possíveis consequências e praticamente se joga sem saber exatamente onde vai cair. Excesso de coragem que começa a transbordar no momento que chego em casa. A parede é encarada por minutos seguidos, eu penso…finjo que penso. Tento concluir algo, mas as minhas conclusões se baseiam em pensamentos confusos. É muito “não sei” e “vamos ver o que acontece”. E eu sou ansiosa, sofro antecipadamente e espero que magicamente alguém apareça pra me acalmar. Ninguém aparece e eu tento entrar na minha caixinha. Então chegam os dias da semana que essa parte de mim tenta sumir, é parte que já me julgaram por estar fazendo o que não era de costume. Nem eu sei o que aconteceu, só sei que a sensação é boa e que tudo parece menos pesado ou confuso. É quando eu não penso direito. Aí a semana volta e recomeça a reviravolta. 

Há 1 mês 4 Abril 2013, 22:47 Reblog
Cassie Ainsworth: I’ll love you forever, Sid. Sid Jenkins: You will? Cassie Ainsworth: Yes. That’s the problem. 

Cassie Ainsworth: I’ll love you forever, Sid. 
Sid Jenkins: You will? 
Cassie Ainsworth: Yes. That’s the problem. 

Há 1 mês 4 Abril 2013, 0:51 17 notas Reblog

(via a-b-n-o-r-m-a-l-i-t-y)

Há 1 mês 4 Abril 2013, 0:23 24 918 notas Reblog

(via k-i-l-l-b-i-t-c-h-e-s)

Há 1 mês 4 Abril 2013, 0:09 7 898 notas Reblog